
São exatamente 03:03 da manhã, e quase morro sufocada de pensamentos e sentimentos. Depois que me re-descobri. Descobri a minha nova terapia. Que é vir libertar toda essa sensação que insiste em me preencher inteiramente. Completamente. Essas horas iguais que sempre me fazem perceber o quanto nada é igual. Pode ser a mudança do dia-a-dia, a mudança dos anos, a mudança dos pensamentos, a mudança dos sentimentos. Sim as tantas mudanças que me faz perceber o quanto somos importantes uma para a outra. Uma é mais centrada, faz planos para a vida e coloca em prática sua disciplina e respeita isso, é tão preocupada que chega irritar, incomodar mas é extremamente necessária. A outra é “o sossego do morcego”, quando der eu faço, ah! É assim tá bom então. Não, não tem pressa. Ah! Depois eu vejo isso. Basicamente isso, mas tudo isso não significa, calma, paciência... mas tranquilidade em ver as coisas, a paz de viver a vida. Essa é a observadora, a quieta que sente e pensa exageradamente, a sensibilidade mais aguçada, muitas vezes chata, às vezes triste, ou seria demais, mas transbordando sentimento morrendo de vontade de por tudo pra fora, a que gosta das coisas mais simples por enxergar as coisas de outra maneira. Por fim a impulsiva, a que não tem medo de falar, não pensa um segundo antes de falar ou agir e quando se da conta, já fez. Faz o que vem na cabeça sem se importa no que pode acontecer depois, vai saber né, se vai haver outra oportunidade. Nunca se sabe. São essas as diferenças que nos faz tornarmos únicas e ao menos tempo um quarteto digamos “perfeito”. É esta aí a prova que “os opostos se atraem” e é por isso que com tantas as mudanças da vida ainda estamos ai sempre à procura uma da outra. Pra tentar de alguma forma suprir essas tantas qualidades e defeitos que cada uma tem. É aí que nos damos conta que as vezes nossas ideias não batem, nossos pensamentos são diferente, sentimentos, gostos... na música, na cor, no sabor, no estilo, enfim em muitas coisas. Mas temos uma base muito forte, um alicerce pra segurar tudo isso, que é o respeito, e é claro o amor. Muitas vezes aceitamos muitas coisas, mas assim com aquele sentimento de ah! É amiga, vou concorda! Eu sei que todas pensam isso, mas é isso sim, que significa amizade. E muitas vezes nos doamos sendo “outra pessoa”, pra poder “acompanhar”. Ou até mesmo tentamos conversar, mas não adianta. Agora falando de mim: - Quantas vezes já me senti totalmente sozinha, poxa queria que elas fossem comigo, queria que estivessem comigo, por que elas não me chamaram, nossa por que ela fez isso... enfim muitas coisas. Mas hoje entendo, somos diferentes, somo únicas, como penso e sinto demais, já me passaram milhões de coisas pela cabeça, mas hoje entendo e compreendo, que cada uma pensa de um jeito, sente de um jeito. Por fim, eu sei, que independe do que aconteça, sempre vamos estar uma(s) com as outra(s). Pensei muito sobre isso e quis passar pra vocês, pode ser que alguma, não concorde, outra concorde e outra concorde muito. Vamos continuar com nossos respeito e amor, pois mudanças sempre vai ocorrer em nossas vidas, e como ainda somos muito novas vai acontecer mesmo. E não importa o que eu digo. O que você achar, é assim que tem que ser. O respeito esta aí. Aqui. E lá. E a amizade é a gente quem faz, a gente quem constrói.



